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CO2 EM PASTILHAS

08:35 By ACQUATICOS , In

O dióxido de carbono (CO2) é um elemento indispensável no ciclo de vida das plantas, pois através de processos bioquímicos realizados pela fotossíntese o CO2 que se encontra na água na presença de energia luminosa, é transformado em carboidratos, que formam a base principal para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Durante este processo, a disponibilidade de CO2 é um fator determinante para o desenvolvimento das plantas, pois a escassez de dióxido de carbono frequentemente causara a estagnação no crescimento das plantas.
Atualmente com o avanço da tecnologia existem várias formas diferentes que podemos utilizar para adicionarmos carbono na água de nossos aquários. Uma dessas formas são as pastilhas ou comprimidos efervescentes que libertam dióxido de carbono que é facilmente assimilável pelas plantas, garantindo assim plantas bonitas e viçosas. Estas pastilhas realizam uma liberação de CO2 quando adicionado ao aquário elas se dissolvem por meio de uma reação química com o pH da água, pois possui em sua composição uma combinação de carbonato cálcio que não aumenta a dureza da água.
SISTEMA DE CO2 POR PASTILHAS


Este sistema de adição de CO2 por pastilhas foi especialmente desenvolvido para substituir os sistemas utilizados hoje e acabou se tornando um sucesso de vendas no mundo todo, pois trata se de um produto é muito simples, prático de usar é confiável e seguro para introduzir CO2 em aquários, indicado para iniciantes em aquários plantados que não possui intimidade com os demais sistemas e equipamentos de adição de CO2. Aqui no Brasil o sistema de CO2 em pastilhas mais fácil de ser encontrado é o sistema da SERA
É muito prático e simples de se usar, pois o único equipamento é um reator/difusor parecido com uma caixinha, construído em plástico permeável ao CO2, este difusor faz com que o CO2 se difunda em 100% na água sem perdas para a atmosfera como em outros difusores que fazem bolhas.
Alguns fabricantes desenvolverão o difusor com uma tampa de silicone na parte superior para facilitar ao aquarista quando realizar as trocas parciais o difusor vai se encher de ar ai ao reencher o aquário basta remover a tampa de silicone para expulsar o ar do interior do difusor, assim desta forma não é preciso enfiar a mão no aquário, remover o conjunto todo para obtermos a remoção do ar contido mo difusor.
A maioria dos difusores possui um volume interno de exatamente 100ml, pois segundo promete cada pastilha fornece 100ml de CO2 ou cerca de 2500 bolhas, este CO2 contido no interior do difusor é totalmente dissolvido à água do aquário entre 6 a 7 horas, particularmente acho um período satisfatório, mas isso naturalmente vai depender da quantidade de plantas contida no aquário. Lembre se este sistema trata se de um sistema manual que não permite ajuste na quantidade de CO2 injetado a não ser pela quantidade fornecida pela pastilha, e devemos adicionar uma pastilha todos os dias.
REATOR/DIFUSOR PARA DIFUSÃO DAS PASTILHAS DE CO2


Cada fabricante desenvolveu um tipo de pastilha umas tem sua dissolução poucos segundos, outra mais lentamente, mas todas se dissolvem sem deixar vestígios do interior do difusor, algumas pastilhas são combinadas com um completo fertilizante solúvel onde são fornecidos todos os tipos de fertilização em uma única pastilha.
PLASTILHAS DE CO2






As vantagens das pastilhas comparadas aos outros sistemas é que não precisa de um equipamento de injeção, mas por outro lado o funcionamento correto do sistema se da com as pastilhas sendo usadas no difusor, pois o CO2 produzido pelas pastilhas fica retido no interior do difusor, desta forma não adianta jogarmos as pastilhas diretamente no aquário, pois elas se dissolveram rapidamente e o CO2 produzido ser lançado para atmosfera, assim perderemos o CO2 produzido por elas sem o aproveitamento adequado. Outra coisa muito importante também não adianta queremos colocar mais de uma pastilha no sistema, pois o difusor possui apenas capacidade de suporte de CO2 produzido apenas por uma pastilha, coso seja adicionada outra pastilha o CO2 será jogado para fora do difusor.
FUNCIONAMENTO DO REATOR/DIFUSOR DE PASTILHAS



Como todo sistema de injeção de CO2 é aconselhável monitorarmos o pH periodicamente, pois quando adicionamos as pastilhas no difusor pode haver uma baixa temporária do pH.
Quando usado corretamente, substitui os sistemas pressurizados, ou outros sistemas, mas acho que esta é uma forma de adição de CO2 e indicado para aquários pequeno de no maximo 60 litros e com plantas que não necessitem de muito CO2, já que infelizmente todo sistema ainda são muito caros, principalmente o refil com as pastilhas. A meu ver se esses produtos fossem mais baratos, dentro de nossos padrões de consumo, certamente eles seriam o principal substituto natural dos injetores caseiros.
Aconselho a todos aquarista que antes de efetuarem a compra realize uma pesquisa de custo benefício, pois o valor gasto a longo prazo com as pastilhas acabaria ficando inviável, tornando assim este custo suficiente para comprar um sistema pressurizado com CO2, que proporciona um custo benefício de recarga barata e mais interessante.

CLEBER LUIZ DA SILVA

CARBONO LÍQUIDO

12:01 By ACQUATICOS , In

Há algum tempo atrás surgiu uma fórmula revolucionária de carbono de uso muito pratico, pois evita o uso de equipamentos para adição de CO2 em aquários plantados, trata se do famoso carbono líquido, este CO2 líquido é uma fonte de carbono orgânico biodisponível totalmente seguro e não tóxico. Atualmente existem diversos produtos disponíveis vendidos como CO2 líquido para serem utilizados em aquários, que podem ser utilizado sozinho ou em conjunto com algum sistema de injeção de CO2, mas a maioria deles deve ser evitado, uma vez que são ineficazes ou libarão o CO2 por quebra KH, mas existem no mercado alguns produtos de qualidade, para obtermos informações procure aquaristas e lojistas experientes e sinceros.
CARBONOS LIQUIDOS QUE ENCONTRAM SE DISPONÍVEIS PARA VENDA NO MERCADO





Todas as plantas necessitam de uma fonte de carbono, isso normalmente é obtido a partir de CO2 em uma longa cadeia de carbono, mas também pode ser derivada de compostos orgânicos simples como intermediários fotossintética inclui compostos como o ribulose-difosfato-carboxilase/oxigenase 1,5-bisfosfato, e 2-carboxi-3-ceto-D-arabinitol 1,5 bisfosfato. Embora os nomes sejam complicados, as estruturas são bastante simples são as 5 cadeias de carbono, mas a formulação do carbono na forma liquida não contem esses compostos específicos, mas são compostos estruturalmente bastante semelhantes. Por apresentar semelhança estrutural é capaz de ser utilizada na construção da cadeia de carbono para o processo da fotossíntese em um processo simples químicos ou enzimáticos.
Os fabricantes alegam que o carbono na forma líquida possui vários benefícios e dizem ser a melhor forma de carbono existente para um melhor desenvolvimento das plantas de nosso aquário. Um destes benefícios e a absorção direta e facilitada de complexas moléculas de nutrientes, fosfolipídios, proteínas e açúcares de carbono, pois as plantas não precisam desperdiçar energia para a realização da fotossíntese, desta forma as plantas acabam economizando energia para obter mais energia, assim as plantas apresentam um crescimento mais rápido que qualquer outra forma de carbono. O CO2 na forma líquida tem propriedades redutoras de ferro que promovem o estado ferroso de ferro (Fe +2), que é mais facilmente utilizado pelas plantas que o ferro férrico (Fe +3).
COMPARAÇÃO FEITA POR UM FABRICANTE
ALEGANDO IGUALDADE ENTRO O CO2 PRESSURIZADO E O CARBONO LIQUIDO

Mas esta forma de CO2 não parece ter o mesmo efeito em todas as plantas, pois apenas algumas plantas são capazes de extrair carbono de alguns compostos orgânicos pequenos como do carbono liquido em alguns casos é recomendável à utilização em conjunto com um sistema de injeção de CO2 pressurizado.
É um produto especialmente eficaz para pequenos aquários, mas nada o impede de ser utilizado em aquários grande a não ser seu alto custo. É um produto que precisa ser adicionado manualmente no aquário diariamente ou dia sim, dia não para um perfeito desenvolvimento das plantas, mas sua automatização se da por meio de um dosador de líquido eletrônico.
A dose recomendada pelo fabricante deve ser obedecida, pois uma alta dosagem pode vir a matar alguns peixes mais sensíveis, mas esta dosagem pode ser aumentada lentamente conforme o desenvolvimento das plantas aquáticas. Nunca jogue o produto diretamente no aquário, é mais seguro se diluirmos o produto em um pouco de água antes de adicioná-lo e devemos derramá-lo em um local com maior movimentação de água como no retorno do filtro. Muitos aquarista esta fazendo uso do carbono liquido para matar a famosa alga peteca, particularmente nunca usei deste artifício.


CLEBER LUIZ DA SILVA

CO2 ELÉTRICO PRODUZIDO POR ELETRÓLISE

05:00 By ACQUATICOS , In

Não sou um especialista em eletro química, mas a partir do conhecimento limitado que tenho e da experiência adquirida com meu aparelho, sinto que o processo de produção de CO2 por eletrólise é muito promissor, assim também dispomos de mais uma alternativa a mais para nos aquaristas.
A palavra eletrólise é originária dos radicais eletros eletricidade e lisis decomposição, ou seja, decomposição por eletricidade, podendo ainda ser chamada literalmente de eletro decomposição. Este processo de eletro decomposição separa os elementos químicos de um composto através do uso da eletricidade onde a decomposição e realizada pela ionização ou dissociação do composto em íons e posteriormente com a passagem da corrente continua através destes íons, são obtidos os elementos químicos, o processo da eletrólise é uma reação de oxirredução oposta àquela que ocorre numa célula galvânica, sendo, portanto, um fenômeno físico-químico e não espontâneo.
Dependendo da substância a ser eletrolisada e do meio em que ela ocorre, além de formar elemento desejado pode ocorrer também à formação de novos compostos.
Este sistema de geração de CO2 por eletrólise está se tornando mais conhecido, e vem sendo muito utilizado aqui no Brasil em aquários pequenos de no máximo 100 litros, atualmente existem vários fabricantes, mas todos os aparelhos agem de forma semelhante com o objetivo de gerar e fornecer um fluxo contínuo de CO2 para sustentar o crescimento abundante das plantas no aquário.
APARELHOS UTILIZADOS PARA A FABRICAÇÃO DE CO2 POR ELETRÓLISE



É um sistema muito prático e de fácil instalação e utilização, podendo ser utilizado tanto por aquaristas experientes como também por iniciantes, pois basicamente e só ligar na tomada. Diferentemente dos sistemas pressurizados convencionais não utiliza gás e dispensa o uso de qualquer tipo de difusor, mangueiras, conta bolhas, válvula de ajuste fino, válvula reguladora de pressão e cilindro. Neste sistema o CO2 é produzido por via eletrônica, onde o equipamento utilizado é apenas um regulador eletrônico e um sanduíche de carbono que é completamente submersível que fica depositado no interior do aquário soltando uma fumaça de micro bolhas de CO2 que acaba sendo absorvida pelas plantas antes de atingir a superfície. É uma solução tecnicamente brilhante que pode ser automatizado com uso de um timer junto à iluminação e ser utilizado em aquários de vários tamanhos é só dosar a quantidade de produção de CO2 pela regulagem eletrônica, e um sistema ideal para o aquarista não gosta de muitos equipamentos dentro do móvel do aquário. Mas sua utilização é restrita, pois pode ser utilizado apenas em aquários de água doce jamais em aquários marinhos.
APARELHO DE ELETRÓLISE MONTADO EM UM AQUÁRIO

O sistema de adubação de CO2 através da eletrólise é composto por duas partes sendo uma desta parte um controlador eletrônico ajustável que é montado fora do aquário que deve ser presa firmemente com o suporte fornecido ao lado ou sob o aquário, e a outra parte e composta de duas chapas de aço inoxidável e uma barra de carbono para formar um sanduíche que fica submerso e também deve ser bem fixado dentro do aquário o mais próximo possível do substrato, desta forma as bolhas de CO2 terá um longo caminho a percorrer ate a superfície gerando um maior atrito entre o CO2 e a água.
POSICIONAMENTO CORRETO DO SANDUÍCHE DENTRO DO AQUÁRIO

POSICIONAMENTO ERRADO DO SANDUÍCHE DENTRO DO AQUÁRIO

O controlador eletrônico é uma pequena caixa que possui dois pequenos LEDs um indica quando o aparelho esta ligado a energia elétrica, e o outro geralmente um LED vermelho acende quando a placa de carbono CO2 não está totalmente submersa ou quando esta muito usada e precisa ser substituída ou caso exista uma problema no cabo ou no plug RCA que é por onde o sanduíche é ligado à caixa de controle, este plug RCA é para uma fácil desconexão para a manutenção ou para alterar a placa de carbono ou algo assim.
CONTROLADOR ELETRÔNICO DO SISTEMA DE ELETRÓLISE


O controlador tem suas peças elétricas seladas em uma câmara à prova de água para evitar algum curto circuito ou algum tipo de corrosão, o controlador também é um transformador de corrente, pois para cumprir todas as normas de segurança e evitar acidentes com choques elétricos ele transforma a energia da rede elétrica que geralmente é 110V ou 220V em uma tensão DC de baixa voltagem (12 Volts) para o sanduíche que fica submerso no aquário, esta corrente elétrica é inofensiva e não produz choques elétricos.
No controlador possui também um botão de controle único, onde é controlado a corrente elétrica que flui através do controlador que pode ser variada dentro de uma escala intervalada determinada em dez velocidades de 0 a 10 definida por números ou LEDs para regular e definir a quantidade na produção de CO2, desta forma cada número ou LED na escala aumenta a corrente que flui através do circuito corresponde a um aumento em cerca de 10% a quantidade de emissões de CO2 produzido pela barra de carbono, assim desta forma obtemos o controle sobre a quantidade correta de CO2 para o aquário sem o riscos de superdosagem.
BOTÃO DE CONTROLE PARA A QUANTIDADE DE PRODUÇÃO DE CO2

LEDS ACESOS IDICANDO O FUNCIONAMENTO E A QUATIDADE DE PRODUÇÃO DE CO2

A parte do sanduíche é composta por um bloco de carbono fabricado em carvão ou grafite em forma de placa com uma ou duas lâminas de aço inoxidável que envolve a placa de carbono sem tocá-la, no topo do sanduíche, entre a tampa de borracha e bloco de carbono existe uma tira do aço inoxidável usado para fornecer o contato elétrico com o bloco de carbono, já as lâminas de aço são imprensadas entre duas rolhas de borracha e acopladas dentro de uma carcaça que geralmente e fabricada em material plástico.
SANDUÍCHE DO APARELHO DE ELETRÓLISE



BLOCO DE CORBONO

PARTE METÁLICA DO SANDUÍCHE

SANDUÍCHE DESMONTADO

Este aparelho quando ligado à eletricidade gera uma reação química na água este é o princípio da eletrólise, pois a carga elétrica quebra a ligação química entre os átomos de hidrogênio e o de oxigênio da água separando em componentes atômicos H2 e O2, criando partículas carregadas (íons). Os íons se formam em dois pólos, o anodo, polarizado positivamente, e o catodo, polarizado negativamente. O hidrogênio se concentra no cátodo e o anodo atrai o oxigênio. O aparelho funciona mantendo uma tensão entre o ânodo e o cátodo que é suficiente para quebrar a água.
O sanduíche submerso nada mais é que uma unidade que forma um par com ânodo e cátodo integrado, com um ânodo de carbono e um cátodo de aço inoxidável. O ânodo que fornece o carbono para o CO2 produzido pelo sistema, este ânodo é corroído com o uso e precisa ser substituído periodicamente. Já no cátodo os quatro íons hidróxido (OH-) e os 4 íons de hidrogênio (H +) que se combina para formar quatro moléculas de água. No entanto, os dois íons não são produzidos no mesmo local, de modo que não haverá uma recombinação de 100% para formar da água. Em vez disso, alguns dos OH - reage com bicarbonato para formar carbonato, assim uma crosta de carbonato de cálcio será formada perto ou no cátodo. Um montante equivalente do íon hidrogênio produziu também deve reagir com bicarbonato.

A meia reação no cátodo é

4H2O + 4e -> 4OH + 2H2

A reação de produção de CO2 no ânodo é

2H2O + C -> CO2 + 4H + + 4e-

Na verdade são duas reações.

A primeira reação é a oxidação da água que é

2H2O -> O2 + 4H + + 4e-

E a segunda etapa é a combinação do oxigênio com o carbono do ânodo

O2 + C -> CO2
FUNCIONAMENTO DO CÁTODO E DO ÂNODO

Tanto o hidrogênio como o CO2 deve ser produzida como gás. A reação produz 2 moléculas de gás hidrogênio para cada molécula de CO2 produzido, então das bolhas visíveis produzidos, apenas 1 / 3 são bolhas de CO2, os restos são gases de hidrogênio.
O hidrogênio produzido pelo processo da eletrólise é totalmente insolúvel em água, desta forma ele será disperso na atmosfera em pequenas bolhas e observar a subida destas bolhas para a superfície da água. Esse gás de hidrogênio é inofensivo no ar, ele rapidamente gera uma reação com o oxigênio para formar vapor de água, desde que os aquários não sejam cobertos, pois o hidrogênio na forma molecular se dissipa rapidamente no ambiente, portanto, não representa perigo, já para o aquário o gás de hidrogênio produzido pela unidade causa efeitos positivo para bactérias anaeróbicas.
APARELHO PRODUZINDO CO2



Nem todo oxigênio livre e dissolvido na água do aquário reage com o carbono disponível no bloco do refil. Pois parte desse oxigênio é conseguida por uma reação com os carbonatos dissolvidos na água (minerais, incluindo carbono), já uma parte é retirada da água por grandes bolhas e somente uma pequena parte é dissolvida no aquário, isso porque o oxigênio da água em temperatura ambiente não pode se conectar a barra de carbono. Desta forma apenas uma parte do oxigênio realmente consegue reagir com o ânodo de carbono, fazendo com que sejam lançadas pequenas quantidades de CO2.
Caso o dispositivo seja 100% eficiente todo o oxigênio que se combina com o ânodo de carbono vai gerar CO2 puro. Mas a construção de CO2 resultante do oxigênio com a barra de carbono também vai dependem de como o carbono está combinado com o oxigênio em uma mistura de O2 + CO2 para borbulhar o gás fora do anodo, caso o ânodo não esteja funcionando bem com proporções certas entre o CO2 e O2 não teremos muito CO2 nas bolhas que esta saindo do dispositivo, mas sim O2.
A desvantagem é que ele deve ser utilizado em aquários bem tamponados em torno de 8 a 12 KH. Efeitos colaterais podem ser causados isso porque a produção de CO2 por meio de eletrólise é também causada em parte pela reação dos carbonatos, que conhecemos como o KH. O KH é diminuído em (HCO 3) 2 -> CaCO3 + CO 2 + H2O, isso devido à utilização da corrente elétrica que quebra KH e liberar CO2 formado CaCO3 na chapa de aço inoxidável do sanduíche, assim o CaCO3 reage diminuindo o GH. Já o pH da água tem oscilação devido à produção de CO2, esta oscilação é mais fácil de ser percebida no pH do que no GH com uma quantidade real de queda altamente variável. Para a correção do GH uma troca parcial de água semanal de aproximadamente 20% a 25%, esta troca parcial também é importante para o KH.
O equipamento é perfeito para aquarista que possuem aquário plantado com pH e dureza muito alto, e que pretende abaixá-los, é um tipo de equipamento completamente inadequado para aquários marinhos, bem como o de cichideos do Malawi, Tanganyika e Victoria.
È recomendado ter sempre a mãos os testes de CO2, KH, GH e pH para acompanhar os parâmetros da água que possam vir a oscila devido ao processo realizado pelo aparelho.
O equipamento necessita de manutenção regularmente não para trocar o refil de carbono, mas uma manutenção de limpeza de 15 em 15 dias, esta manutenção é muito simples, pois é feita apenas no sanduíche. Basta tirá-lo do aquário, abri-lo, e lavar com água corrente a barra de carbono que libera certa quantidade de pó de carbono, mas muito cuidado ao fazer isso, pois a barra de carbono pode quebrar por estar frágil devido ao uso. Uma vez que a placa de carbono ter contato com a água, pode não mais ser a secar, devendo ser mantida úmida em um saco plástico amarado ou dentro de um recipiente com água. Para remove o calcário nas chapas de aço que foi produzido devido ao processo de fabricação de CO2 é muito fácil, basta colocar as chapas de aço inoxidável com vinagre branco e com uma palha de aço damos o acabamento, depois o conjunto deve ser muito bem enxaguado com água limpa.
A substituição do refil de carbono é muito fácil e pratico que deve ser feita conforme aja desgaste por sua utilização, geralmente tem que ser trocada a cada 2 a 4 meses, mas isso vai depender das necessidades do aquário de como sistema foi programado para fabricar CO2. Com a utilização de um timer o sistema funcionara somente quando com a iluminação do aquário estiver acesa desta forma, podemos dobrar a vida útil do refil de carbono e alem do mais o custo de substituição do bloco de carbono ainda e muito caro.
Cada refil de carbono para substituição é acompanhado por um prato novo contato, o que também pode ter de ser substituído em caso de oxidação. Ao conectar uma placa de carbono novo ou utilizar o aparelho pela primeira vez, utilize uma configuração baixa porque o refil de carbono é muito reativo no começo, depois com o passar do tempo ou a necessidade do aquário esta configuração dever ser aumentada. Após cerca de dois meses de uso caso não realize manutenções periódicas verifique o cartucho de carbono.
REFIL DE CORBONO PARA SUBSTITUIÇÃO

PRATO NOVO PARA SUBSTITUIÇÃO

PRATO USADO E CORROÍDO

Para manter a água cristalina, é recomendado o uso de um sistema de filtragem interna ou externa, pois enquanto o refil é consumido na produção de dióxido de carbono, uma pequena quantidade de pó de carvão é lançada para dentro do aquário.

CLEBER LUIZ DA SILVA

O CARBONO COMO FONTE DA VIDA

10:38 By ACQUATICOS , In

A estrutura molecular de todas as formas de vida da terra é constituída com base num elemento comum que é o carbono, por ser elemento de base química e orgânica e está presente em todas as formas de vida na terra é importante fornecer essas moléculas de carbono para as plantas, como todas as formas de vida terrestres, elas utilizam cerca de 90% de carbono como alicerce.
Na natureza as plantas aquáticas têm acesso a duas fontes de carbono inorgânico, bicarbonato e dióxido de carbono CO2 fornecem o carbono necessário para as plantas de criar oxigênio. Na maioria dos casos de CO2 pode ser absorvido pelas plantas de uma maneira muito mais fácil do bicarbonato, portanto não é de se estranhar que as plantas necessitem em encontrar alguma forma para assimilar o carbono do meio ambiente, onde o carbono se encontra na forma de dióxido de carbono CO2, mas as plantas não necessitam de dióxido de carbono ou CO2, mas apenas do carbono.
O CO2 é um dos três ingredientes mais importante na fotossíntese, pois o CO2 é fixado em compostos orgânicos ricos em energia que são utilizadas para manter todos os metabolismos, pois sem CO2, as plantas não podem realizar a fotossíntese e converter o carbono inorgânico em açúcares ricos em energia, portanto o CO2 é incomparavelmente mais importante e o mais essencial dos compostos orgânicos utilizados de todos os nutrientes da planta para o crescimento e formação de novas folhas e raízes. Quando as plantas realizam o processo da fotossíntese convertem o gás carbônico em oxigênio, sendo assim o CO2 é o substrato na fotossíntese, enquanto que a O2 é um produto de resíduos devido à realização da fotossíntese.
Rios e lagos contêm quantidades variáveis de gás carbônico geralmente em equilíbrio com os carbonatos e bicarbonatos que elas possuem, e dependendo de fatores como temperatura, pressão atmosférica, sólidos dissolvidos no processo de decomposição do material orgânico e pressão parcial do próprio CO2 na atmosfera. Por ser um gás, quanto maior a temperatura atmosférica, menor é a capacidade de sua permanência nas águas. Infelizmente, o CO2 difunde-se cerca de dez mil vezes mais lenta na água do que no ar, mas o CO2 é facilmente dissolvido na água e a solubilidade é elevada sendo quase 01=01 o que significa que 1 L de água pode conter quase a mesma quantidade de CO2 como um L de ar, quando em equilíbrio.
A respiração dos animais é uma forma de se produzir CO2, ter peixes e bactérias no aquário aumenta os níveis de dióxido de carbono, mas esta reposição de CO2 produzido na respiração dos peixes e bactérias é insuficiente para sustentar o consumo realizado pela fotossíntese das plantas aquáticas, nestes casos dá-se a necessidade de injetar artificialmente dióxido de carbono no aquário para o crescimento das plantas mais difíceis e exigentes, sem esta oferta adicional de CO2 o nível de CO2 que geralmente é inferior a 5 mg / L, sendo que o nível recomendado de CO2 no aquário plantado de 15-30 mg / L, para um aquário com peixes um valor bastante aceitável e adequado é de 20 mg / l, embora menos irá mostrar os efeitos positivos com a maioria das plantas e nenhum efeito sobre a saúde dos invertebrados e peixes, em níveis muito baixos as plantas irão morrer por não conseguirem fazer a fotossíntese, mas as plantas aquáticas têm adaptado à limitação de CO2 em diversas maneiras, pois muitas espécies de plantas aquáticas são capazes de realizar a fotossíntese utilizando bicarbonato e carbonatos, bem como o CO2. Isso é importante, pois nos valores de pH entre 6,4 e 10,4 a maioria do carbono em água doce existe na forma de bicarbonato, mas com um pequeno aumento de CO2 teremos um resultado visíveis nas plantas e assim o CO2 é um parâmetro muito importante que deve ser observado principalmente monitorado rotineiramente, a fim de manter um nível seguro de CO2 no aquário, pois em níveis muito altos acima de 30 mg / L podem causar efeitos adversos o Dióxido de Carbônico pode matar os peixes intoxicados, pois o excesso desta substância inibe a habilidade do sangue em sequestrar o oxigênio produzido no processo de fotossíntese, mas a espécies de peixes apresentam diferentes suscetibilidades quanto à toxicidade do Dióxido de Carbono, em algumas espécies altas concentrações de CO2 podem ser toleradas desde que exista uma boa quantidade de oxigênio dissolvido na água. Numa situação em que o O2 dissolvido é baixo a presença de CO2 é problemática, uma vez que é prejudicial à captação de O2 pelos peixes. Na prática os peixes podem perceber pequenas diferenças nas concentrações de CO2 livre e aparentemente tenta evitar áreas com altos níveis de CO2, isto ocorre na minoria das vezes sem a nossa percepção.
Para plantas aquáticas o CO2 é a forma mais fácil de fornecer carbono as plantas, desta forma o carbono adicionado à água na forma de dióxido de carbono (CO2) é liberado na água tem como função fornecer o elemento carbono para que as plantas o utilizem na síntese da glicose durante a fotossíntese, onde é efetivamente removido pelo processo da fotossíntese para integrá-lo nos tecidos da planta por isso que o CO2 precisa estar presente em concentrações razoáveis em aquários plantados.
Quando o gás carbônico CO2 estiver dissolvido no meio aquático ele estará diretamente ligado ao pH e a KH, pois o carbono apresenta-se principalmente sob três formas o dióxido de carbono dissolvido (CO2), carbonatos (CaCO3, por exemplo) e ácido carbônico (HCO2), formando um equilíbrio entre o ácido carbônico (H2CO3), bicarbonato (HCO3) e carbonato (CO32-), segundo a equação.
1 CO2 H2O ↔ H2CO3 * H ↔ H HCO3 ↔ CO32-
As reações químicas que ocorrem na água entre os carbonatos e bicarbonatos e o CO2 geram ácido carbônico, que faz o pH diminuir, então através dos valores da dureza em carbonatos KH e do potencial de Hidrogênio pH de uma mesma amostra, é possível definir a quantidade de gás carbônico CO2 dissolvido na água. Habitualmente estas medidas são obtidas através de kites de testes para aquarismo, ou metodologia de laboratório para se determinar à concentração desse gás na água ou para obter os valores das formas de carbono acima e preciso realizar testes de CO2, KH e pH, estes três valores correlacionam-se entre si de tal forma que sabendo o valor de dois deles se pode deduzir o terceiro e tendem constantemente para um equilíbrio entre os três, pois a soma de bicarbonato de sódio e carbonato é chamada de dureza de carbonatos, e é medido em graus KH, note que a relação entre a dureza de carbonatos KH e o pH determina a concentração de CO2 na água ou por meio de testes de CO2 diretamente ou usando testes de KH e pH verificando a quantidade de CO2 em uma tabela de cruzamento de valores, pois com os valores do KH e pH podemos estipular o nível de CO2 usando testes de KH e pH este método não é errado, pois o uso a tabela é bastante precisa uma boa saída, já que um kit de teste de CO2 pode ser caro, portanto, a maioria das pessoas não gasta dinheiro em um kit de teste de CO2.
Mas caso queira acompanhar rotineiramente a concentração de CO2 no aquário recomendo a utilização de um teste de CO2 contínuo. É um pequeno dispositivo engenhoso fabricado em vidro chamado Drop Checker que é colocado dentro do aquário visível do exterior, ele funciona com um indicador de cor química (Brom-timol-blue), que deve ser sempre verde, se o nível de CO2 está dentro da faixa recomendada, mas na verdade, o dispositivo não mede CO2, mas o pH e, portanto, só pode ser tomada como uma indicação de que o nível do CO2 sendo apenas uma maneira fácil de controlar o nível de CO2 pelo valor do pH.
Desta forma o carbono age como elemento ativo na química da água, pois quando temos um aquário plantado, iluminado onde se reúnem as condições para as plantas realizar a fotossíntese, as plantas irão usar o dióxido de carbono dissolvido na água como fonte preferencial de carbono, onde removem o dióxido de carbono da água aproveitando o carbono e libertando o oxigênio, a fotossíntese cria um desequilíbrio na concentração dos três elementos acima mencionados. Este desequilíbrio irá canalizar a passagem de moléculas de ácido carbônico a moléculas de dióxido de carbono, propiciando um retorno ao equilíbrio. Por este motivo, ao reduzir o dióxido de carbono dissolvido, a fotossíntese reduz indiretamente o nível de ácido carbônico, o que tem como consequência terá uma subida do pH da água, de uma forma inversa, quando ejetamos dióxido de carbono no nosso aquário, aumentamos indiretamente o nível de ácido carbônico, o que faz descer o pH.
Deste modo deve ser observado que o CO2 também influencia o pH, pois altas concentrações de CO2 na água terão um pH mais baixo e causa efeito na relação amônio X amônia da água, é mais fácil lidar com as plantas aquáticas com um pH abaixo de 6, do que com peixes e invertebrados podem ser mais sensíveis a um pH muito baixo. Alta concentração de CO2 não significa necessariamente a alta redução do pH da água, que para ocorrer deve receber a contribuição de ácidos como sulfídrico, clorídrico e nítrico. Para que isso não ocorra à solubilização dos carbonatos (Ca e Mg) precipitados, se faz presente, funcionando como um sistema tampão.
Quanto maior a quantidade de CO2, menor será a concentração do gás oxigênio O2, influindo, portanto na presença de seres produtores (autótrofo-vegetais) e na formação do ácido carbônico, responsável pela redução do pH. Se na água estiverem carbonatos, em especial o cálcio, formar-se os bicarbonatos, esses mais solúveis, portanto, o teor de CO2 definem a proporção entre as quantidades de carbonatos e bicarbonatos, substâncias fundamentais ao sistema de “tamponamento” do meio aquático. Quando o equilíbrio é obtido entre o dióxido de carbono, bicarbonato e carbonato são fortemente dependentes do pH, ou seja, baixo pH, dióxido de carbono domina e praticamente sem bicarbonato e carbonato estão presentes, enquanto que em pH neutro bicarbonato domina as duas espécies de carbono. Só em pH elevado, há uma predominância de carbonato. Podemos tirar proveito deste fato e manipular o pH a um nível adequado de nós e assim obter uma concentração desejável de CO2 no nosso aquário plantado.
Em pH mais elevado, por exemplo, superior a 6.5, a metade do carbono total se encontra na forma de bicarbonatos e o resto na forma de gás carbônico; já em pH 8 a 8, 5, a maioria é carbonato e em pH 10, 5, a metade é bicarbonato e outra metade o carbonato e gás carbônico. Portanto deve ter em mente que esta variável encontrada na água é na realidade a somatória dessas formas dos carbonatos e do próprio gás, (bicarbonatos + carbonatos + gás carbônico), podendo-se então denominá-la de concentração total de CO2.
Em pH baixo, a maioria do carbono inorgânico está presente como o CO2, em pH neutro, a maioria está presente como bicarbonato e pH elevado, o equilíbrio se desloca no sentido de carbonato. Situação em que a aumento do pH com o consumo do CO2 durante o pico da fotossíntese realizada pelas plantas de um aquário plantado pode causar uma elevação do pH. Estas variações nem sempre são detectadas por testes colorimétricos, mas podem através de phgametros digitais. Este aumento do pH deve-se a um aumento do íon hidroxila a partir do bicarbonato, conforme a reação (HCO3 CO2 + OH-). Situação de diminuição de pH durante o período noturno, a respiração dos peixes somada a respiração das plantas causam um aumento do íon hidrogênio resulta numa queda do pH que pode ser elucidado através da reação.
Plantas que recebem pouca luz e bons níveis de CO2 vão fazer melhor do que as plantas recebem luz em boa quantidade e baixos níveis de CO2, é mais importante investir tempo, esforço e dinheiro para ter certeza que suas plantas estão recebendo uma boa oferta de CO2 antes de qualquer outra coisa, pois e se o CO2 é abundante, pode ajudar a planta a conservar outros nutrientes essenciais podendo crescer, mesmo com menos luz, pois é importante para manter níveis adequados de CO2, independentemente da quantidade de luz ou de todos os outros fatores que você tem.
É conveniente notar que as plantas também libertam dióxido de carbono, pois respiram como os animais, mas se durante o dia esse dióxido de carbono é imediatamente usado pela fotossíntese comandando parte das necessidades da mesma, durante a noite, quando não há fotossíntese, a planta não absorve dióxido de carbono, bem pelo contrário, liberta-o, por este motivo, é conveniente ter em atenção que apenas interessa injetar dióxido de carbono durante o dia na indústria aquaristicas existem aparelhos avançados de injeção de dióxido de carbono eletrônicos fazem isto tudo automaticamente, mas no caso de um aquarista não possuir estes aparelhos o melhor mesmo é desativar a injeção de dióxido de carbono quando as luzes apagam e voltar a ligá-la quando estas se reacendem. Outros truques podem também ser utilizados, tais como ligar uma bomba para a circulação de água com injeção de ar na superfície durante as horas de escuridão para dissipar o excesso de dióxido de carbono dissolvido para a atmosfera.
Sempre que realizar a fertilização com CO2, de preferência para injetores de CO2 comerciais, deve eliminar as bolhas, movimentos bruscos das águas na superfície e cachoeiras que os filtros externos podem produzir para não criar um movimento exagerado de água na superfície.
A injeção de carbono, quando bem feita, deve apenas compensar o carbono que é assimilado pela fotossíntese. Se o leitor injeta dióxido de carbono no seu aquário e nota uma descida forte do pH, então o aquário não estava a necessitar de mais carbono, ou, pelo menos, de tanto carbono deve apenas adicionar-se de forma a compensar o consumo da fotossíntese.

CLEBER LUIZ DA SILVA

COMO AGE O CO2 NO AQUÁRIO

10:38 By ACQUATICOS , In

O gás CO2 (dióxido de carbono), está diretamente relacionado com a fotossíntese das plantas, tanto na fase em que o aquário encontra iluminado ou na fase em que encontra escura quando a iluminação se encontra apagada, durante o dia as plantas respiram CO2 e produzindo O2 consumindo a noite, fazendo a operação inversa.

As perguntas de costume:

Por que o CO2 é bom para as plantas?

A contribuição do CO2 é boa para as plantas, por diversas razões é muito simples o que explicarei abaixo.
A planta usa o CO2 para a fotossíntese para construir seu esqueleto de carbono. A maior parte dos tecidos da plantas é composto de carbono, daí a importância de não perder esse mineral. O CO2 é a principal fonte de carbono em um aquário plantado. Água possui carbonato e bicarbonato para dar o sistema tampão do aquário (KH). A concentração de CO2 dissolvido na água varia dependendo do pH e KH.

Basta colocar mais CO2 para o crescimento de minhas plantas?

Não exatamente. Para ser necessário o crescimento das plantas e preciso, iluminação, fertilização.

Como se sente o efeito do CO2 sobre as plantas?

Se a iluminação é boa, cerca de 0,5 W/L a 1,5W/L e fertilização é feita regularmente, esta pergunta será respondida rapidamente no mesmo dia que temos conseguido um nível adequado de CO2, as plantas de crescimento rápido, tipo Limnophila sessiliflora, Cabomba sp, egeria densa crescer num ritmo rápido de vários centímetros por dia. Outras plantas vão produzir bolhas de oxigênio contínuo ou não, nos mostrando através de suas folhas durante a fotossíntese, e as plantas produzirão O2.
Em resumo, poderíamos considerar como doping uma fonte de CO2 que mais facilmente absorvido pela planta que o carbono do sistema carbonato.
Em um aquário densamente plantado com nenhuma adição extra de CO2, as plantas vão retirar o carbono dos carbonatos da água, então isso irá diminuir e KH sendo reduzido ele é capaz de ameaçar a estabilidade do pH do aquário. Nestes casos, procure medir o KH periodicamente e substituir esses carbonatos a água, por meio de trocas parciais de água ou a utilização de produtos químicos, tamponadores se necessário.
Com isto em mente, podemos dizer que um aquário suplementado com CO2 é mais estável do que um sem CO2, uma vez que as plantas não ira reduzir o sistema tampão do aquário.

Pois bem, mas como eu faço para introduzir o CO2 no aquário?

Existem vários métodos para a introdução de CO2 no aquário, o método mais barato é a partir do CO2 caseiro que fabricado pela ação fermentação de leveduras em uma garrafa de dois litros com água, pouco confiáveis pois varia muito o pH, já os cilindros pressurizados de CO2 de aço ou alumínio são mais sofisticados e caros com sistema de reguladores e medidores de pressão, são mais confiáveis,pois desde o dia de sua instalação e regulagem fornecem sempre a mesma quantidade de CO2 no aquário.
Existem várias formas de fazer o CO2 se dissolve na água, podemos usar difusor de CO2, o difusor fará com que as bolhas de CO2 entrem no aquário em forma de micro bolhas, facilitando sua diluição na água, prefiro a dissolução por meio de reatores de CO2 são mais caros, mas seu desempenho é bem superior em relação aos difusores, pois ele realmente mistura o CO2 na água e proporciona um maior aproveitamento do CO2 injetado no aquário, cerca de 98% de todo CO2. Embora alguns aquaristas costuma introduzir diretamente o CO2 no tubo de sucção do filtro isto é um perigo,pois o risco de acidificação da colônia de bactérias e grande o que pode matá-la. Na prática, isso não acontece, pense por um momento que a distância entre o filtro e o aquário, em alguns casos é de apenas 10 cm, o melhor 50 cm, se tivéssemos um pH muito baixo, muito ácido, no interior do filtro capaz de matar bactérias, o pH mesmo em questão de 3-4 segundos seria no nosso aquário preparado para matar tudo o que foi colocado na frente. O pH em um aquário ou tampão não varia de forma abrupta ou em um tanque ou em um filtro.
Como podemos ver qualquer método que produz uma partilha das nossas bolhas de CO2 com a água pode ser válida, desde que não traga perigo para os habitantes do aquário.

Que quantidade de CO2 entrar o aquário?

Não é fácil generalizar ou ditar uma regra, o prudente é que a dosagem deve ser ajustada conforme o consumo de CO2 e com base no que vemos acontecer no nosso aquário, mas como ponto de partida pode começar com 1-2 gotas por segundo. No caso da levedura é complicado obter essa produção de forma uniforme, o CO2 produzido pela levedura é praticamente livre, é muito barato, por isso não se deve rachar a cabeça para evitar essa perda de CO2 do sistema. Não vale a pena. Se a produção de CO2 em algum momento na vida da garrafa de CO2 é longa e nós vemos que as bolhas são perdidas, se elas se perdem nada acontece. Embora nos sistemas mais complexos que são utilizados como os de cilindros com válvulas reguladoras de pressão e válvulas solenóides o controle se torna mais fácil e preciso. Em qualquer caso, se o nosso KH for superior a 5 é difícil produzir uma saturação de CO2. Para você saber se tem CO2 no aquário basta apenas saber o pH e KH com os cruzamentos de valores destes dois testes você obtém a quantidade exata de CO2 dissolvida em seu aquário, para isso basta recorrer à aquela velha e boa tabela de valores de pH e KH para o cruzamentos de valores, e sabermos a quantidade de CO2 dissolvido na água de nosso aquário.
A tabela não é válida se a água contém fosfatos.

Qual a concentração de CO2 é adequada para o meu aquário?

Cada aquário tem diferentes requisitos em termos de CO2 , mas em termos gerais, podemos dizer que, acima de 30-35MG / l pode ser perigoso para os peixes podendo causar a morte, pois pode provocar intoxicação de CO2. Valores de 10mg / l são o que temos de melhor os valores entre 20 e 25 poderão ser adequados para as plantas. É claro que se o aquário é Holandês puro, sem peixe, o nível de gás pode ser aumentado até 40mg / l.

O CO2 à noite, ele fora ou não?

Isso depende de vários fatores, sua resposta será sim ou não. Se você não desligar o CO2 à noite o CO2 será perdido, o pior que pode acontecer é que todo o CO2 que não for consumido será misturado com água e produzirá uma queda no pH, em alguns casos fatais para os peixes. Mas calma, se seu aquário tem um KH de pelo menos 5, isso não pode acontecer, porque sua água estará bem protegido para resistir a tais quantidades de CO2. Ter um sistema de tampão KH suficiente para manter o pH aquário estável fará com que o CO2 na água apenas atinge certa concentração. Se o CO2 que você fornece vem de um sistema pressurizado de CO2 talvez quiser cortar o fornecimento à noite, pois noite as plantas não consomem CO2 e não quer desperdiçá-lo, o ideal é você possuir uma válvula solenóide acoplada ao sistema ela cortara o fornecimento automaticamente do CO2 assim que a iluminação do aquário apagar. A forma mais barata é para fechar a válvula durante a noite. Em ambos os casos onde o fluxo de corte de CO2 pode ser desligado temporariamente para evitar qualquer acidente, também recomendo colocar uma válvula anti-retorno no tubo que leva o CO2 até o aquário, Se o CO2 e proveniente da fermentação de levedura vale a pena cortar o fluxo de CO2.
Nunca é demais para se familiarizar com os parâmetros da água no nosso aquário, observar os parâmetros da água após a introdução do CO2, pelo menos, dois ou três dias. (Dia e noite)
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Uma vez que começo a injetar CO2, quanto tempo depois vai ver seus efeitos?

Veremos os efeitos sobre as plantas de crescimento rápido com certa facilidade, pois as plantas produzem oxigênio. Este processo terá início em breve. Dependendo de quanto tempo o CO2 levara para atingir uma concentração adequada. Isso depende do KH, pH, o movimento da água, pode ver no mesmo dia ou pode demorar um ou dois dias.

Como posso saber se o valor de CO2 no meu aquário é adequado?

Existem várias maneiras, a mais simples é com um teste de CO2 feito por reagentes químicos e que em algumas lojas podemos encontrar este tipo de teste, indicador permanente de CO2 é uma recipiente de material transparente, que nós colocamos algumas gotas do reagente, este recipiente fica submerso na água de modo que o líquido permaneça em contato com água do aquário, apenas separadas por uma camada de ar, dependendo da concentração de CO2 no ar, o líquido muda de uma cor para outra. A outra maneira de medir o CO2 é através da tabela mencionada anteriormente se obtém o valor da quantidade de CO2 dissolvido no aquário através dos valores de pH e KH, isto é se não tivermos fosfatos na água, neste caso, a tabela pode estar sujeita a erro.

CO2 - KH - pH

Existe uma ligação estreita e direta, destes três parâmetros como vimos acima. Se pesquisarmos em química pode ler mais sobre esta relação. Mas basicamente podemos dizer que o carbono contido no aquário esta na forma de carbonatos ao lado da dimensão em forma de CO2 no outro. Quanto mais CO2 livre na água, haverá menos carbonatos. Este é regulado pelo pH, o CO2 baixa pH domina a água e um carbonato pH alcalino o que é preferencialmente sob a forma de carbonatos. Como conclusão, não pode extrair o que CO2 tenha sido dissolvido na água é necessária não só para com CO2. Você não deve ter um KH muito alto. Esse é um pH neutro ou ligeiramente alcalino, o KH é o responsável para que pH não deva variar abruptamente. Quanto maior o KH, mas o pH permanecerá fixa, portanto, incapaz de baixar caso aja muito CO2 dissolvido na água. Os menores valores KH são muito melhores para as plantas porque elas permitem que os níveis mais altos de CO2, mas corre o risco de uma queda no pH. Por isso considero muito importante um teste de KH quando lidamos com CO2.


CLEBER LUIZ DA SILVA

CO2

08:20 By ACQUATICOS , In

CO2, o nutriente mais importante de todos para plantas é a base para o processo de fotossíntese. Nos aquários não acumula naturalmente e não sendo o suficiente par restringir seu uso, por isso que deve ser adicionada diretamente através da adição periódica a fertilização de CO2, no entanto, não pode ajuda as plantas quando apenas só ele é adicionado, pois a falta de uma única fonte de nutriente como o ferro.
A melhor forma de se ejetar CO2 no aquário e através de sistemas pressurizados os famosos cilindros com um sistema de manômetro para regulagem de pressão e uma válvula de ajuste fino para melhor regulagem na quantidade de gás injetado no aquário. Com respeito à difusão e diluição do gás na água do aquário a varias formas pode ser por meio de difusores, reatores, difusores indico para aquários pequenos de até 150L acima disso indico os sistema de reatores, pois acabam economizando gás já que sua diluição e bem maior que os sistemas de difusores.
Não a regra quanto a quantidade de CO2, pois cada aquário tem um consumo o aquário de hoje não e o mesmo da sema que vem, por isso recomendo fazer teste de CO2 a cada 2 dias, pois o teste nos da o real consumo de CO2 que nosso aquário precisa.A duas maneiras de se fazer o teste de CO2 , uma e pelo valor do teste de pH com o KH ai se faz o cruzamentos dos valores adquiridos e se obtém a quantidade de CO2 injetado no aquário,outra forma mais rápida e através do teste próprio de CO2. Nunca se esqueça de usar teste de procedências de marcas que passa confiabilidade.
O tabela de valores de pH e KH e representada por cores para um fácil entendimento, a cor amarela representa excesso de CO2, a cor verde ótimos níveis de CO2 e a cor azul a falta de CO2. Faça o teste verifique a quantidade de CO2 dissolvida e se for preciso realize os ajustes necessários.

Veja a tabela abaixo com os valores de pH e KH e faça o cruzamento de valores obtidos.


Os equipamentos necessários para uma ótima injeção de CO2 é um cilindro com manômetro e válvula de ajuste fino e uma válvula solenóide, a válvula solenóide e para cortar a injeção de CO2 durante a noite, a noite as plantas consome o oxigênio que produzirão durante o dia e se continuarmos a injetar CO2 a noite podemos intoxicá-las, devido a isso prefiro ter esta válvula acoplada em meu sistema de injeção de CO2.


CLEBER LUIZ DA SILVA