ILUMINAÇÃO DE PLASMA PARA AQUÁRIOS

06:19 By ACQUATICOS , In

O que seria do futuro do aquarismo se não houvesse pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias. A minha procura por um sistema inovador em iluminação acabou me levando a uma tecnologia que parece ser a mais promissora em se tratando de iluminação para aquários. Trata-se uma tecnologia não tão nova quanto à iluminação LED, mas é uma tecnologia nova e ainda pouco explorada em aquários, é a tecnologia de PLASMA, se trata de uma lâmpada que usa a tecnologia de plasma para atingir o seu brilho emitindo muita luz e oferecendo uma iluminação ultra-eficiente.
A tecnologia é simples por ser parcialmente embalado num material dielétrico e funciona com gás argônio no meio, bem como um componente chamado de GNOMO ou puck.
LÂMPADA DE PLASMA EM GNOMO



SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE PLASMA



PLASMA é uma nova classe na fonte de iluminação no estado sólido com alta intensidade de luz. Com a eficiência energética, longa vida útil, e cor do espectro completo, aplicações de iluminação de PLASMA funcionam melhor em comparação com métodos convencionais, tais como HQI ou fontes ainda mais recentes, como LED.
Lâmpada de PLASMA hoje é a que tem o melhor índice de reprodução de cores (CRI ou IRC) chega a 97% da luz branca, ou seja, conceitualmente a melhor fonte de luz para aquários. Alem disso uma lâmpada do tamanho de uma cápsula de remédio tem a potência de 260WATTS com um altíssimo fator de conversão lúmen por Watt produzido.
LÂMPADA DE PLASMA



A iluminação de PLASMA vem sendo testada mais em aquários de corais. Como essa minúscula lâmpada gera até 140 lumens por watt, que é o dobro da eficiência das lâmpadas fluorescentes compactas, e ainda melhor que os 90-110 lumens gerados por watt de LEDs de alto desempenho, o que sem dúvida a fonte de luz mais eficiente para o aquário quase sendo uma luz solar natural.
COMPARAÇÃO DE GERAÇÃO DE LUMENS EM WATTS



A opção de iluminação de PLASMA e mais eficiente do que sistemas tradicionais HQI, pois seu PAR fornece o valor 180% superiores ao de uma instalação de 10.000 K de uma HQI de 400 WATTS isto usando apenas 250 WATTS.
COMPARAÇÃO DE GERAÇÃO DE LUMINOSIDADE

O aparelho também se aciona muito rapidamente, atingindo o brilho total em 40 segundos.
AQUÁRIO ILUMINADO COM LÂMPADAS DE PLASMA

Com uma temperatura de cor de 5.300 K a 100%, lhe dando um amplo espectro de iluminação.
No momento uma grande desvantagem sobre o uso de iluminação de PLASMA em aquário devido à temperatura de cor, pois as lâmpadas em plena potência variam de 5.000K a 6.100 K, o que seria considerado demasiado amarelo para os gostos de aquaristas marinhos. As luzes podem atingir mais de 20.000 K, mas em níveis PAR significativamente reduzida. Para aquários marinhos o ideal seria criar uma lâmpada de plasma que exibe uma luz azulada.
ESPECTRO GERADO POR UMA LÂMPADA DE PLASMA

A fonte de alimentação estará disponível como simples unidades autônomas ou como dispositivas networkable que irá enviar os dados operacionais da lâmpada a uma unidade central para que o desempenho e os problemas possam ser monitorados constantemente.
NETWORKABLE QUE REALIZA A OPERAÇÃO DA LÂMPADA DE PLASMA

A principal vantagem na iluminação de plasma é que a energia que é dirigida para a lâmpada via radiofrequência eletromagnéticas de ondas (RF), sendo que necessário a utilização de um refletor especial e um driver onde são produzidas as radiofrequências eletromagnéticas de ondas (RF) que são direcionadas para o centro da lâmpada de PLASMA onde micro-ondas de excitação de um gás de argônio que mistura iodetos metálicos para criar um gás de plasma, para seu acendimento assim você não precisa de nenhuma conexão elétrica via eletrodos para obter a energia para a lâmpada. Quando a energia elétrica é fornecida ao disco, o disco funciona como uma lente elétrica. Ela aquece o argônio a uma temperatura de 6.000º Kelvin, e transforma o gás em um plasma que emite luz de PLASMA, cujos 6.000º Kelvin de temperatura, também emite um espectro que é muito parecido com o espectro da luz solar. A fonte de luz em si vem com um suporte que também atua como um dissipador de calor, devido à alta temperatura gerada no funcionamento da lâmpada a necessidade de um sistema de resfriamento no drive da lâmpada para minimizar o calor produzido na geração da luz.
ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO DA LÂMPADA DE PLASMA




As lâmpadas de Plasma são totalmente reguláveis e a terá controle a bordo de escurecimento ou um controle remoto a cabo permitindo escurecimento 2% a 10%. Eles oferecem integração a sistemas comerciais, bem como uma infinidade de outras soluções personalizadas de controle com características controlável através de um telefone celular.
CONTROLE REMOTO PARA CONTROLE DA LÂMPADA


Essas lâmpadas também serão personalizáveis às necessidades do seu aquário com uma variedade de refletores de ações ou a capacidade de criar um refletor personalizado para atender os tanques dando efeitos de iluminação, os refletores padrão geram 55 graus de propagação a outras opções, incluindo uma inundação de 100 graus, a 30º a 55º de profundidade isto em um refletor retangular, um dissipador de calor e necessário caso seja feita uma adaptação em um refletor para lâmpadas HQI. A fonte de luz em si vem com um suporte que também atua como um dissipador de calor.
REFLETOR COM SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

Como o protótipo Iluminação montada a lâmpada dentro de um refletor de HQI cortando um buraco no centro. Este tipo de design refletor oferece o benefício de uma alta propagação do sistema de iluminação, no entanto, a geometria não é o ideal para a lâmpada de plasma, mas espero projetos específicos esteja disponível mais cedo, ou mais tarde.
LÂMPADA DE PLASMA ACOPLADA EM UM REFLETOR DE ILUMINAÇÃO HQI



Não vão longe os dias para paramos de substituir lâmpadas HQI de cada seis a nove meses, com um tempo de vida efetivo de 25.000 horas, as lâmpadas de PLASMA com prestação de mais de seis anos de uso funcionando 12 horas por dia. Além da eficiência energética adquirida, e produzindo menos radiação infravermelha que as lâmpadas HQI permitindo menor dependência de refrigeradores e outros equipamentos de refrigeração.
Por ser uma tecnologia iluminação ainda muito nova que ainda se encontra em teste, mas sem duvida será uma tecnologia atrativa para os aquaristas devido à sua alta intensidade de iluminação, e a lâmpada um tamanho muito reduzido em relação aos outros sistemas de iluminação existente no mercado aquáristicos. Por enquanto só existe um fabricante dedicado ao mercado de produtos para aquarismo, o equipamento também custa caro no momento por isso não ira superar LED e as HQI em popularidade. Mas a luz de plasma está chegando ao mercado de aquárismo mais cedo do que esperávamos com isso abrindo caminho para uma nova revolução na iluminação totalmente novo no hobby. Baseado na tecnologia de iluminação de PLASMA, o dispositivo já está em uso e estará em breve disponível para aficionados por toda parte do mundo, com esta tecnologia que está apenas ajudando a conduzir o hobby para frente.

CLEBER LUIZ DA SILVA

FOTOPERÍODO

18:38 By ACQUATICOS , In

Fotoperíodo se trata do tempo e a regularidade da iluminação, expresso em horas por dia (h/dia), é um termo usado para descreve os efeitos e adaptações de plantas e corais, que representa o comprimento de um dia que consiste na duração do período de luz de um determinado lugar, dependendo da latitude e da estação do ano. Incluído o período de luz útil, que designa a duração da qual a intensidade luminosa é maior que o limiar de compensação fotossintética.
Dentro da região dos trópicos onde vivem a maioria das plantas aquáticas e corais, do nascer ao por do sol temos aproximadamente 10 a 12 horas de luz natural, com intensidade luminosa variando conforme a posição do sol em relação ao horizonte, e apresentando uma variação de horários muito pequenos no decorrer das estações do ano. Devido a estas variações de ângulo e de incidência da luz faz com que mais ou menos luz consiga penetrar na água, ou seja, simplesmente refletida de volta para o céu, sem contar com as variações de estação que nos trópicos não é lá grande coisa. As plantas e corais tropicais são conhecidos como de dia curtos. Isso ocorre porque nas áreas perto do equador, o dia e a noite é dividida aproximadamente em dois períodos de doze horas cada um. Dos doze horas que o sol brilha num dia tropical, pôr do sol e o nascer do Sol ocupar um período de uma hora cada. Isso deixa dez horas de luz intensa. Este período é o tempo que você deve deixar as luzes acesas no aquário de plantas tropicais se sentir em casa.
A regularidade no tempo de exposição luminosa é muito benéfica às plantas e corais, por isso a importância da instalação de timers, pois é este aparelho fornecer com regularidade o tempo de iluminação constante que precisamos para nosso aquário.
MODELOS DE TIMER DIGITAL



MODELOS DE TIMER ANÁLOGICO



Seria muito interessante montar sistemas de iluminação usando diversas lâmpadas acionadas por timers programados sequencialmente, tentando simular esta variação luminosa durante o período de 24 horas, por mais de uma vez eu cheguei a ver pessoas usando iluminação variável durante o fotoperíodo, sistemas controlados por timer diferentes acendendo e apagando lâmpadas para simular a variação diária, isso custa um bocadinho de dinheiro, trabalho e empenho, eu ate mesmo montei um no final das contas o resultado não tem tanta distinção de uma iluminação padrão bem dimensionada e com fotoperíodo adequado.
Cada caso é um caso a parte, mesmo dentro de um aquário a variação de parâmetros é muito ampla, por isso que é tão importante para o aquarista conhecer a dinâmica de seu pequeno Biótipo e a forma como seus parâmetros se relaciona, por mais que haja a tentativa de tornar estes padrões absolutos isso não será possível, no entanto nada nos impede de adotar estas ponderações dos parâmetros de luz que já se mostraram eficientes.
O que podemos fazer é criar uma situação onde os fatores sejam moderados o suficiente para garantir um bom desenvolvimento de plantas e corais, neste ponto uma iluminação padrão nos moldes atuais é bastante funcional, não vejo por que complicar mais isso, claro que para os mais dados a experiência sempre seria interessante fazer testes, nada melhor que fazer experiências.


CLEBER LUIZ DA SILVA

REATORES ELETRÔNICOS

19:25 By ACQUATICOS , In

Todas as lâmpadas de descarga de gás, incluindo as lâmpadas fluorescentes, exigem um reator para operar.
Um reator eletrônico às vezes chamado de comando, pois é um dispositivo destinado a limitar a quantidade de corrente em um circuito elétrico. Porém, como toda lâmpada de descarga, a lâmpada fluorescente precisa de um elemento estabilizador que limite sua corrente de operação e provenha a tensão necessária para a ignição de todos os tipos de lâmpadas.
REATORES ELETRÔNICOS PARA LÂMPADA FLUORESCENTES



REATOR ELETRÔNICO PARA LÂMPADA HQI

O reator proporciona uma alta tensão inicial para iniciar a descarga, em seguida, rapidamente limita a corrente da lâmpada de segurança sustentar-las ligadas.
Surgidos comercialmente em meados dos anos 80, os reatores eletrônicos são o que há de mais moderno em termos de reatores para lâmpadas de descarga. Os reatores eletrônicos são aqueles constituídos por componentes eletrônicos (capacitores, indutores, resistores, circuitos integrados e outros). Operam em alta frequência (de 20KHz a 50KHz), proporcionando economia de energia, pois os reatores eletrônicos têm menores perdas elétricas, comparados com os reatores eletromagnéticos.
Conhecidos como reatores “leves”, os eletrônicos apresentam inúmeras vantagens em relação aos eletromagnéticos, entre as quais, são mais compactos, mais leves, consomem menos energia, aumentam a vida útil das lâmpadas, os de alta freqüência eliminam efeitos estroboscópicos e o de cintilação, são mais eficazes, apresentam versões diferenciadas de acendimento, proporcionam uma luz com cor mais estável, melhor manutenção lumínica, os de qualidade superior possui alto fator de potência, com baixa carga térmica resulta em economia de energia, aumento de vida útil da lâmpada em 50% com alta performance e com economia de energia em torno de 50%. Tais características dependem, entretanto, da qualidade do projeto e fabricação do produto. O fato de o reator ser eletrônico, não significa, necessariamente, que corresponderá a todas as vantagens que se espera de um modelo desta tecnologia.
A vantagem adquirida pelo reator eletrônico sobre o reator eletromagnético advém da freqüência de operação em que o reator eletrônico trabalha. Em quanto o reator eletromagnético fornece a lâmpada a corrente e tensão especificada na mesma freqüência da rede de alimentação
(60Hz), o reator eletrônico fornece uma corrente e tensão em freqüência superior a freqüência da rede (acima de 20.000Hz). Se por um lado, tal frequência permite ao reator eletrônico não emitir ruído audível e aumentar a eficiência luminosa da lâmpada fluorescente, por outro lado o fato de trabalhar em alta frequência coloca os reatores eletrônicos como fonte de possíveis interferências eletromagnética, podendo causar interferências que vão desde ruídos no rádio ou estremecimento de imagem da TV, até o colapso de sistemas de computadores, de comunicação, sistemas de segurança, monitores hospitalares, entre inúmeros outros, caso não possuam filtros contra estas interferências, por isso convém optar por reatores de alto desempenho.
Diferenças entre baixo e alto desempenho. Esta classificação diz respeito apenas aos reatores eletrônicos.
Os reatores eletrônicos de baixo desempenho são conhecidos como “acendedores eletrônicos”, porque acendem a lâmpada única e exclusivamente, espalhando sujeira (tecnicamente chamada de harmônicos) na corrente elétrica. Normalmente são mais baratos, de baixo fator de potência e reduzem a vida útil da lâmpada em 50%. Nesta linha mais barata de reatores existem alguns que até são de alto fator de potência – o que não deve ser confundido com alto desempenho. Os reatores eletrônicos de alto desempenho possuem alto fator de potência, filtros harmônicos e proteções contra sobretensão, sobrecorrente e condições anormais. Um de seus indicadores de qualidade é a THD – Taxa de Distorção Harmônica, cujo valor deve ser menor que 30% (mínimo exigido pela ABNT). Quanto menor a taxa, melhor.
Os reatores eletrônicos, por operarem em alta frequência, aumentam a eficiência luminosa (lm/W), diminuem o ruído audível e o “flicker”, o peso e volume do reator, dentre outros benefícios com o circuito utilizado para correção do fator de potência. Reatores eletrônicos sem correção de fator de potência utilizam um capacitor de barramento de alto valor para filtrar a tensão retificada da fonte de alimentação, apresentando um bom resultado de fator de crista da corrente na lâmpada. No entanto, apresentam baixo fator de potência e alta taxa de distorção harmônica.
Para um reator eletrônico, o fator de lastro é definido como a saída de luz em lumens que opera a luz na sua potência nominal especificada. O fator de lastro dos reatores na prática deve ser considerado no projeto da iluminação, um fator de lastro baixo pode poupar energia, mas produzem menos luz. Com as lâmpadas fluorescentes, um reator eletrônico pode produzir mais luz do que o lastro teste de referência, que opera a luz com frequência da linha atual, tais reatores eletrônicos têm um fator de lastro maior do que um.
A correção do fator de cristas da corrente na lâmpada é obtida através da variação da freqüência de operação. A variação de freqüência é obtida pela inserção de um indutor em paralelo com o circuito de gatilho, através de um transistor que conecta o indutor quando a tensão torna-se maior que, como pode ser visto no comportamento como um sistema de controle permite que se controle o fator de crista da corrente na lâmpada pelo controle da freqüência de operação do reator, assim os parâmetros são definidos.
ESQUEMA DE LIGAÇÃO PARA REATOR ELETRÔNICO

Para sua segurança compre apenas reatores com certificado do selo do IMETRO e que possua o certificado da ABNT. Pois o processo de certificação para reatores eletrônicos foi coordenado pelo INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – com o objetivo assegurar que os produtos comercializados no mercado brasileiro estejam em conformidade com os requisitos exigidos pela ABNT, todos os reatores eletrônicos só podem ser comercializados se apresentarem certificação acompanhada de selo do INMETRO, Alguns reatores eletrônicos hoje já vem com o SELO PROCEL, mas o programa SELO PROCEL visa destacar para o consumidor os produtos mais eficientes de cada categoria e que apenas os reatores eletrônicos para lâmpadas fluorescentes tubulares certificados pelo Inmetro podem participar. Mas muito atenção, pois alguns fabricantes entretanto possuem especificações e certificação apenas para ter condição que seu produto chegue ao mercado, mas isso não garante qualidade do produto. O desempenho do reator e a credibilidade do fabricante ainda são os principais indicadores de qualidade. A certificação é um indicador de que o fabricante cumpriu o mínimo necessário especificado na norma, porém a durabilidade e a confiabilidade do reator estão no esmero do projeto e na qualidade de seus componentes utilizados. O processo industrial precisa, necessariamente, de vários controles de qualidade durante o processo de montagem, devido ao grande número de componentes eletrônicos montados e interligados.
Alguns requizitos que precisão estar contidos no corpo do reator:
.Diagrama com o esquema de ligação do reato:desenho;
.Configuração: exemplo 2x40W;
.Tensão de alimentação: 127/220 bivolt;
.Fator de fluxo luminoso: maior ou igual a0,96;
.Distorção harmômica: menor ou igual a 10%;
.Fator de eficácia do reator: maior ou igual a 5,55;
.Frequencia de rede: 60 Hz;
.Frequencia de alimentação: 20kHz a 50kHz;
.Partida: rápida, ultrarápida ou instantânea;
.Fator de crista de corrente: menor que 1,7;
.temperatura máxima da carcaça: igual a 65ºC;
.Vida útil: supertior ou iqual a 30.000 horas;
.Garantia mínima: 1 ano.
REATOR COM TODAS ESPECIFICAÇÔES CONTIDA EM SEU CORPO

As diversas vantagens apresentadas pelos reatores eletrônicos, tais como baixo consumo de energia, baixo nível de ruído audível, dimensões reduzidas e leveza, levaram o reator eletrônico a ser o produto escolhido na maioria dos aquaristas.


CLEBER LUIZ DA SILVA

REATORES ELETROMAGNÉTICOS

17:48 By ACQUATICOS , In

Os reatores eletromagnéticos fazem parte da primeira geração de reatores. São constituídos por um núcleo de aço silício e bobinas de fio de cobre esmaltado, impregnados com resina de poliéster adicionado com carga mineral, tendo grande poder de isolamento e dissipação térmica. Conhecidos como reatores “pesados”, são divididos em duas categorias por princípio de funcionamento os de partida convencional são os que precisam de um starter para o acendimento da lâmpada. Indicados para locais úmidos, de baixa temperatura ou sem condições de aterramento, e os de partida rápida os que não há necessidade de starter e a lâmpada acende rapidamente (desde que associado ao uso de uma luminária de chapa metálica devidamente aterrada). Neste tipo, os filamentos são aquecidos constantemente pelo reator, o que facilita o acendimento da lâmpada em curto espaço de tempo.
REATORES ELETROMAGNÉTICOS CONVENCIONAL USADO EM CONJUNTO COM STARTER


REATOR ELETROMAGNÉTICO DE PARTIDA RÁPIDA


Um reator eletromagnético é formado, basicamente, por uma bobina de fio de cobre enrolada ao redor de um núcleo de material ferro-magnético. Para fazer acender a lâmpada fluorescente, este conjunto é ligado à rede elétrica. Neste momento, começa a circular uma corrente elétrica nesta bobina do reator e esta passagem de corrente elétrica pela bobina de fio de cobre gera uma perda de energia em forma de calor que é conhecida como perda JOULE, motivo pelo qual o reator esquenta quando esta em funcionamento. O reator eletromagnético é um aparelho auxiliar que serve para dar partida estabilizada e firme à lâmpada fluorescente, sem cintilação em qualquer situação. Sem reator, a lâmpada que for ligada diretamente à rede irá exigir mais e mais corrente até se queimar; a corrente ideal que atravessa o tubo produz a luz para o funcionamento da lâmpada é limitada deve ser limitada e estabilizada pelo reator para manter as características de funcionamento da lâmpada.
Quando o reator não tem as características elétricas adequadas, ele estabiliza a corrente acima ou abaixo da necessária, causando queima prematura da lâmpada ou baixa emissão de luz, além do superaquecimento que aumenta o consumo, transformando a energia em calor e prejudicando a segurança da instalação com risco de ocorrer um curto-circuito e incêndio.
Para que o reator estabilize a corrente que flui dentro da lâmpada, através dos eletrodos, que tem que ser aquecidos à temperatura correta. Se o reator permitir muita corrente através dos eletrodos, isto vai aquecê-los em demasia, produzindo manchas escuras nas extremidades da lâmpada e reduzindo sua vida causando a queima prematura da lâmpada.
Quando a corrente está abaixo da ideal, a lâmpada emite menos luz e, para iluminar o aquário, com isso serão necessárias mais lâmpadas, consequentemente, a compra de material para aumentar os pontos de luz com isso os gastos de energia elétrica serão maiores. Passando pouca corrente, os eletrodos não serão aquecidos de forma correta e quando a lâmpada tentar acender ela piscará várias vezes, causando um bombardeio dos eletrodos até que eles alcancem à temperatura ideal, o que também levará à redução da vida da lâmpada. A temperatura máxima de funcionamento de um reator, segundo normas da ABNT, é de 90ºC com temperatura acima disso pode causar a fusão do material isolante dos fios da bobina de seu núcleo, causando curtos-circuitos que podem provocar incêndios, além de reduzir a vida das lâmpadas e starters. Quando um reator está operando acima dessa temperatura máxima de 90ºC deve ser substituído, pois se trata de um produto com algum defeito ou foi produzido a partir de um projeto inadequado ou com matérias primas de qualidade inferior, colocando em risco toda a instalação e a própria segurança das pessoas, mas isso só acontece em um reator de baixa qualidade.
Existem dois tipos de reatores eletromagnéticos, o de partida convencional com starter e o de partida rápida, que são indicados para lâmpadas HQI, T12, T10, T8 e alguns modelos de lâmpadas compactas.
O funcionamento do reator de partida convencional requer o uso de starter ou interruptor manual para armar o circuito no reator e aquecer os filamentos das lâmpadas. Quando os filamentos estão aquecidos, o starter abre e o reator fornece a corrente adequada de partida, limitando, após, o fluxo desta aos valores corretos para o funcionamento adequado da lâmpada.
STARTER USADO PARA DAR PARTIDA NA LÂMPADA


O starter típico é formado por um capacitor em paralelo com uma pequena lâmpada a néon que leva em seu interior um interruptor de lâmina bimetálica. Quando estabelecemos a alimentação neste circuito o capacitor, em conjunto com o indutor, formam um circuito ressonante que é excitado pela abertura e fechamento do contato bimetálico do starter. Este circuito gera uma altíssima tensão que serve para ionizar os átomos no interior da lâmpada fluorescente dando assim inicio ao processo de acendimento.
Ao mesmo tempo, a corrente que circula pelo reator e pelo reator e pelo starter também passa pelos filamentos da lâmpada. A finalidade dos filamentos é facilitar a liberação de elétrons secundários quando os íons e elétrons do gás se chocar contra eles, aumentando assim a quantidade de pares elétrons/íons e com isso a condução da lâmpada.
Quando a quantidade de elétrons/íons no gás se torna suficientemente grande para que uma corrente intensa se estabeleça pelo tubo, o starter é colocado fora de ação, pois, a tensão passa a ser insuficiente para ionizar o gás de seu interior, nestas condições, ele "abre" e toda a corrente que circula pela lâmpada é suficiente para mantê-la em condução, com uma elevada ionização. Os próprios filamentos que funcionam como anodo e catodo não precisam mais ser aquecidos pela corrente para liberarem pares adicionais elétrons/íons sendo "desligados" no processo de desativação do starter.
Quando se aplica os iniciais 110V a condução gasosa pelo néon inicia (a tensão mínima de ionização do néon é cerca de 80V); essa corrente passando pelo bimetal o aquece (efeito Joule), ele enverga e encosta no outro terminal, fechando o circuito para o filamento da lâmpada fluorescente. O filamento vai ao rubro, emitindo elétrons (efeito Edson). Quando o bimetal esfria ele abre os contatos dentro do starter e nessa fase ocorre a auto-indução no reator elevando a tensão para cerca de 450V e, com isso, iniciando a ignição da lâmpada. Com a corrente principal estabelecida, a tensão entre terminais da lâmpada fluorescente e starter (circuito paralelo) cai abaixo dos 80V. A lâmpada permanece acesa, mas o néon do starter não conduz, o filamento permanece desligado.
O reator é uma espiral magnética que ajusta a corrente ao longo do tubo. Ele gera uma sobretensão de arco elétrico através do tubo quando o starter é acionado e mantém a corrente passando à taxa exata quando o tubo está brilhando. Na maioria dos dispositivos fluorescentes, o starter é um interruptor automático. Enquanto ele sente que a luminária está brilhando, permanece aberto. O starter se fecha sempre que você desliga o dispositivo. Muitos dispositivos fluorescentes têm mais de um tubo a fim de fornecer mais luz. Estas luminárias precisam ter starters e reatores individuais para cada tubo. Pode parecer que o dispositivo tem dois tubos funcionando no mesmo reator, mas na verdade há dois reatores incorporados em um conjunto. Os dispositivos com quatro tubos, da mesma forma, têm quatro starters e quatro reatores. Em alguns tipos de dispositivos, os starters são internos e não podem ser substituídos individualmente.
Caso aja algum problema em que a lâmpada não acenda e o problema não estiver no tubo, tente mudar o starter. Os starters das lâmpadas fluorescentes são classificados segundo sua potência em watts e é importante que você utilize o starter correto para o tubo do seu dispositivo.
O reator também é classificado de acordo com sua potência em watts, no caso de preferência pela utilização de reatores eletromagnéticos convencionais indico a utilização de reatores com staters, pois toda descarga de energia no momento em que as lâmpadas são ligadas se da no starter, com isso preservamos a lâmpada não recebe uma descarga de energia busca com isto teremos uma lâmpada com uma vida maior.
Já os de partida rápida fornecem níveis adequados de energia para aquecer continuamente os filamentos das lâmpadas por meio de pequenas bobinas de baixa tensão, reduzindo as exigências de tensão de circuitos abertos para partida e acelerando o intervalo de partida. Normalmente é necessário que o sistema esteja aterrado para que, através do efeito capacitivo entre a lâmpada e a luminária, seja descarregada a terra as cargas estáticas que se acumulam ao longo do bulbo da lâmpada fluorescente. Não indico este tipo de reator para iluminação de aquários, pois toda descarga de energia no momento do acendimento do sistema de iluminação se da na lâmpada com isso ocorre um encurtamento da vida da lâmpada.
Os reatores eletromagnéticos são projetados para a condição de tensão de entrada 60 Hz com os requisitos elétricos das lâmpadas. Um reator magnético altera a tensão, mas não a freqüência. Uma característica dos reatores eletromagnéticos operando a 60 Hz é a geração de ruído, este ruído pode ser aumentar com temperaturas elevadas, e é amplificada por certos modelos de luminárias.
O fato de o reator ser magnético faz com que ele vibre e emita ruído, porém os melhores reatores utilizam materiais e mão de obra de alta qualidade para reduzir o ruído com o preenchimento correto do reator com resina poliéster para diminui a vibração a níveis quase imperceptíveis, além de permitir a dissipação térmica. A fixação correta do reator na luminária também é importante para a eliminação dos ruídos.
Todo reator de qualidade tem visível, na sua carcaça, as marcações com o esquema correto de ligação, que deve ser seguido à risca como e outros dados importantes como nome ou marca do fabricante, tensão nominal em volts, corrente nominal em ampéres, tipo de lâmpada a que se destina potência nominal da lâmpada em watts, freqüência nominal em hertz, esquema de ligações, fator de potência, temperatura máxima de operação do enrolamento, elevação de temperatura do enrolamento, tipo de reator, fator de eficácia (somente reator de partida rápida). Todas estas informações contidas no reator são importantes para termos certeza se o produto esta de acordo e dentro das normas de especificações exigidas pelo IMETRO.
ESQUEMA DE LIGAÇÃO DE UM REATOR COM STARTER

ESQUEMA DE LIGAÇÃO DE UM REATOR DE PARTIDA RÁPIDA

Evite instalar o reator dentro da tampa de madeira, pois eles esquentam demais a fixação do reator deve ser feita em outra superfície, de preferência na parte de trás do móvel do aquário onde haja certa ventilação para colaborar na dissipação térmica, e sua fixação deve ser feita pelos quatro furos na carcaça do reator. Quanto mais firme, menor a chance de ruídos e melhor será a condição de aterramento do equipamento.
Alguns reatores devem ser aterrados, o que proporciona segurança adicional ao usuário e ajuda as lâmpadas a terem uma partida satisfatória, em sistemas de reatores de partida rápida.
Quando um reator trabalha em uma temperatura total acima de 90ºC, sua vida é encurtada violentamente, experiência mostra que um aumento de temperatura de 10ºC acima de 90ºC medido na carcaça do reator provoca a redução da sua vida útil para a metade, assim como uma queda de 10ºC dobra a vida do reator.
Os fatores responsáveis pelo superaquecimento de reatores são as altas variações de tensão na rede com o aumento de 1% de tensão na rede provoca um aumento equivalente de 1 a 2ºC na temperatura de funcionamento; a elevação de temperatura nos ambientes, fazendo aumentar a temperatura de operação; a não substituição de lâmpadas queimadas na luminária, ocasionando um superaquecimento nos reatores.
O fator de potência indica o quanto eficientemente à potência será usado. Reatores de alto fator de potência requerem baixo nível de corrente no total específico de potência requerida, permitindo a instalação de mais luminárias por circuito e reduzindo os custos de fiação.
Já os reatores de baixo fator de potência, de forma inversa, requerem correntes mais altas. Instalam-se menos luminárias por circuito, resultando na elevação desses custos.
A outras formas de perdas que um reator pode apresentar perdas do reator em Watts, todo reator consome energia em forma de calor, pela circulação de corrente elétrica no seu núcleo ou seus componentes, e ela é expressa como “perdas em Watts”. O reator eletromagnético, devido ao seu princípio de funcionamento, consome mais energia em calor no seu núcleo do que o reator eletrônico consome em seus componentes eletrônicos. Essa perda do reator eletromagnético é fornecida pelo fabricante e deve ser somada à potência consumida pelas lâmpadas para calcular o consumo em Watts da luminária, no caso de reatores eletrônicos. O valor informado pelo fabricante é do total do conjunto da lâmpada mais o reator, não sendo correto somar a potência das lâmpadas para esses modelos. E o fator de fluxo luminoso ou fator de reator, este fator determina qual será o fluxo luminoso emitido pela lâmpada. Por exemplo, se uma lâmpada fluorescente de 32 W com fluxo luminoso de 2.700 lumens forem utilizados com um reator eletrônico cujo fator de fluxo seja 1,15, o fluxo emitido será 3.105 lumens. Se a mesma lâmpada for utilizada com um reator que apresente fator de fluxo 0,80, seu fluxo será de 2.160 lumens.
A importância de se utilizar um reator de qualidade é assegurar partida segura e adequada à lâmpada, garantindo a vida útil de ambos, rendimento de luz adequado e a segurança da instalação.
Há divergências quanto ao futuro dos reatores eletromagnéticos. Alguns fabricantes acreditam que acabarão sendo definitivamente substituídos, pois a tecnologia dos reatores eletrônicos está em plena evolução e conquista cada vez mais espaço. Há fabricantes, entretanto, que afirmam que há, sim, o que evoluir ainda na tecnologia eletromagnética, mas reatores deste tipo ainda serão largamente consumidos por um bom tempo. Pois o “serviço pesado” fica por conta dos eletromagnéticos que, além de atenderem a todas as potências (até 3500w), são extremamente resistentes tanto a intempéries atmosféricas quanto às oscilações da rede elétrica, com vida média superior a 20 anos. Esta é uma das razões pelas quais em lâmpadas de descarga a alta pressão – como as de vapor de mercúrio, vapor de sódio ou multivapores metálicos, entre outras – de potências superiores a 150w, são normalmente utilizados reatores do tipo eletromagnético.

CLEBER LUIZ DA SILVA

REATOR PARA LÂMPADAS HQI

17:34 By ACQUATICOS , In

Os reatores mais utilizados hoje no Brasil para iluminação HQI são do tipo eletromagnético que faz parte de um sistema que necessitam de um indutor submetido a baixas frequências (60/50Hz) para limitar a corrente sobre a lâmpada. Alem disso um capacitor para correção do fator de potência e um ignitor para partida da lâmpada é necessário. Em muitos casos, os capacitores de correção de fator de potência, que variam de 20uF a 40uF, também se danificam, alem de sofrerem envelhecimento, comprometendo o fator de potência, fazendo com que o núcleo aqueça, reduzindo sua vida útil. Por fim, o ignitor deixa de operar e, dessa forma, a lâmpada não funciona, pois, sendo de descarga a alta pressão, necessita de um impulso inicial em torno de 3500V a 4000V para sua partida.
IGNTOR PARA REATORE ELETOMAGNÉTICO

CAPACITOR PARA REATORE ELETOMAGNÉTICO

CONJUNTO DE REATORES MAGNÉTICOS COM IGNITOR E CAPACITOR



Um indutor é muito comum na freqüência da linha de reatores para fornecer o ponto de partida e operação adequada condição de potência elétrica para uma lâmpada HQI. Por causa do uso do indutor, reatores deste tipo são normalmente chamados reatores magnéticos o indutor tem duas vantagens, sua reatância limita a energia disponível para a lâmpada apenas com perdas mínimas de energia no indutor. O pico de tensão produzida quando a corrente através do indutor é rapidamente interrompida é usada em alguns circuitos à primeira greve do arco da lâmpada.
Uma desvantagem do indutor é que a corrente é deslocado para fora de fase com a tensão, produzindo um fator de potência pobre. Em reatores mais caro, um capacitor é muitas vezes emparelhado com o indutor para corrigir o fator de potência. Em reatores que controla duas ou mais lâmpadas, reatores de linha de freqüência geralmente usam diferentes relações de fase entre as luzes múltiplas. Isto não só reduz a cintilação das luzes individuais, mas também ajuda a manter um alto fator de potência. Estes reatores são freqüentemente chamados reatores lead-lag, pois a corrente em uma lâmpada lidera a fase de alimentação e a corrente na lâmpada outras defasagens da fase de alimentação. Estes reatores geralmente produzem ruído e tendem a ser grandes e pesados.
REATORES ELETROMAGNÉTICOS COM IGNTOR E CAPACITOR ACOPLADOS



Mas hoje já existem reatores eletrônicos para lâmpadas HQI, mas seu uso no Brasil ainda e muito restrito devido ao seu elevado valor.
REATORES ELETRÔNICOS PARA LÃMPADAS HQI



Os reatores eletrônicos HID operam com circuitos eletrônicos tradicionais, em vez de núcleo e bobina de componentes magnéticos. Especialmente concebido para fornecer a melhor e estabilidade à luz em aquário. Este reator eletrônico também está oferecendo energia eficiente com economia de energia de 5-12% e alto fator de potência de 99,9%, gerando mais lumens por watt de energia consumida, assim, perdendo menos watts da fonte de alimentação para a lâmpada com isso resulta em um alto fator de potência. Outra característica é que o resultado de alta freqüência de saída em perda de potência baixa, também possui saída de potência constante, sem cintilação, resultando em uma iluminação perfeita. Outras características incluem um arranque suave que aumenta a vida da lâmpada e reduz à depreciação do fluxo luminoso, uma operação silenciosa, são muito leves tem um design pequeno e compacto, construído em um gabinete de alumínio com aletas para dissipar o calor de seu corpo com isso produz menos calor.
REATORES COM ALETAS PARA DISSIPAR CALOR


A sigla HID significa High-Intensity Discharge é um reator da lâmpada de vapor metálico que utiliza microprocessadores para controlar e regular fornecendo diferentes correntes a luz durante o arranque e durante a operação da lâmpada, controlando a greve de tensão inicial para o bulbo para iniciá-lo e, em seguida, no bulbo para a operação mais eficiente da luz.
As principais vantagens do reator HID é a economia de energia elétrica e custos de manutenção, compensação de perda de luz automática, tal como a idade da lâmpada, produz até 40% mais lumens por watt do que reator magnético, maior esperança de vida da lâmpada em relação aos reatores magnético; gera menos calor. A linha de reatores eletrônicos HID oferece até 70% poupança de energia e 2-4 vezes a vida das lâmpadas HQI. Estes reatores são pequenos, mas entrega a saída de luz que você precisa com incrível eficiência, tudo isso sem sacrificar a economia de energia ou gerenciamento térmico sendo um importante diferencial.
Estes reatores elétricos são de alta freqüência de trabalho, com a tensão estável e permitir que a eficiência luminosa de aumento de lumens a mais de 30% a 40% mais lumens de saída que os reatores magnéticos, com mais luz equivale a mais rendimento. Com este tipo de reator a lâmpada atinge o seu brilho total em menos de um minuto, já com reatores magnéticos normalmente leva cerca de vinte minutos. Os reatores eletrônicas podem funcionar adequadamente em 150V ~ 260V na tensão normal. Com função automática de proteção, os reatores eletrônicos em condições anormais de funcionamento das lâmpadas tais como a ruptura interna, curto-circuito e uma linha de alimentação danificada por acidente os reatores eletrônicas, têm a função de auto-protecção. A maioria dos reatores eletrônicos para lâmpadas HQI inclui um circuito de correção de fator de potência que é feito de um conversor e um circuito de ignição. Devido à variação significativa na característica gerada por uma lâmpada HQI pelo seu uso ao longo do tempo e de fabricantes diferentes, fornecendo as lâmpadas uma potência constante isto exige um maior funcionamento do indutor de um conversor deste modo o conversor opera um indutor em um limite de corrente contínua de modo a alcançar reduzir a perda de poder e aumento da eficiência. Equipado com um micro processador, o reator eletrônico ainda possui a função de regular a potência.


CLEBER LUIZ DA SILVA