VÁLVULAS DE AGULHA PARA AJUSTE FINO

13:16 By ACQUATICOS , In

O regulador ajustável de pressão não ajusta em pequenas quantidades o CO2 que será injetado no aquário ele só ajusta a saída do CO2 no cilindro como a pressão de trabalho no manômetro deve ser ajustada entre 0 a 2 BAR (30 psi), para obtermos um ajuste fino à adição de CO2 devemos ter incorporada ao regulador de pressão uma válvula de ajuste fino, como precisamos de pequenas quantidades de CO2 com esta válvula podemos realizar pequeno ajustes na quantidade de CO2 que injetaremos na água do aquário com pressão adequada e segura para os peixes, plantas e corais.
VÁLVULA DE AGULHA PARA AJUSTE FINO INTEGRADA À VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO


Estas válvulas são conhecidas como válvulas de ajuste fino ou vulgarmente conhecido como válvula de agulha, o nome da válvula de agulha, foi provavelmente dado devido ao formato do pino que executa a calibração do gás é na verdade ser um pino que vai para bloquear a passagem do gás e sua característica principal é a capacidade de ajustar e controlar o gás em pequenas doses com precisão e ajuste fino do fluxo do gás, permitindo taxas de fluxo estáveis de até menos do que 4 bolhas por minuto, mas o número de bolhas é proporcional à pressão regulada na válvula redutora de pressão, se a pressão de é 1 bar o número de bolhas será cerca de 10 por minuto, caso queira dobrar o número de bolhas devemos aumentar a pressão igualmente, mas é óbvio que precisamos de uma válvula de agulha precisa para proporcionar uma taxa estável e termos um controle exato das bolhas.
FUNCIONAMENTO DA VÁLVULA DE AGULHA PARA AJUSTE FINO


MODELOS DE VÁLVULAS DE AGULHA PARA AJUSTE FINO





Muitos tentam usar uma válvula de agulha no lugar do regulador de pressão para economizar, mas a válvula de agulha não é projetada para suportar ou regular uma grande quantidade de pressão, ela só e capaz de ajustar e manter a quantidade no fluxo do CO2.
VÁLVULA DE AGULHA USADAS COMO VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO


CLEBER LUIZ DA SILVA

VÁLVULA SOLENÓIDE

12:39 By ACQUATICOS , In

A aplicação de CO2 em um aquário deve ser sempre controlada para evitar o excesso de CO2 e causar à redução do pH que pode causar stress para os peixes, com a adição de CO2 não é necessário durante a noite, pois as plantas usam oxigênio e não CO2 assim devemos desligar e dar uma pausa na adição de CO2, mas para isto funcione corretamente precisamos de uma válvula solenóide ligado entre a válvula redutora de pressão e válvula de agulha e ao temporizador da iluminação.
Alguns reguladores de pressão possuem como dispositivo de segurança um filtro interno e uma válvula de alívio de pressão para proteger o equipamento e o mecanismo interno do regulador de danos causados por excesso de pressão, e assim podemos usufruir de todos os benefícios proporcionados por uma válvula solenóide quando usada para fechar completamente o fluxo de gás.
VÁLULA REDUTORA DE PRESSÃO COM VÁVULA SOLENÓIDE E VÁLVULA DE AGULHA





A válvula solenóide é o elemento de controle e método de automatização que estão sendo usados em um grau crescente nos mais variados tipos de equipamentos e em muitas áreas, onde o fluxo de fluido deve ser controlado automaticamente sendo que sua é de desligar, lançar dose, distribuir ou misturarem fluidos como em sistemas hidráulicos, sistemas de irrigação por aspersão automática, máquina de lavar roupa e máquina de lavar lousa são utilizadas para controlar a entrada de água, no aquarismo é utilizada como a forma mais fácil e barata de controle na adição de dióxido de carbono em nosso aquário.
VÁLVULAS SOLENÓIDES UTILIZADAS EM SISTEMAS DE IRRIGAÇÕES


VÁLVULA SOLENÓIDE UTILIZADA EM MÁQUINAS DE LAVAR ROUPAS E DE LAVARR LOUSAS


VÁLVULA SOLENÓIDE UTILIZADA NO AQUARISMO




A válvula solenóide é uma válvula eletromecânica também chamada de eletroválvulas, pois necessita utilizar uma corrente elétrica para deslocar um pino para realizar a simples tarefa de abertura e fechamento e possue duas partes principal o solenóide e a válvula, o solenóide é controlado por uma corrente elétrica através de uma bobina que é formada por um fio enrolado ao redor de uma superfície cilíndrica e quando uma corrente elétrica passa por este fio, ela gera uma força eletromagnética no centro da bobina solenóide, fazendo com que o êmbolo da válvula seja acionado, onde converte energia elétrica em energia mecânica que, por sua vez, abre ou fecha a válvula mecânica desta forma permite ou fecha o fluxo de fluido (líquido ou gás). Outra parte que compõem a válvula é o corpo, que por sua vez, possui um dispositivo que permite a passagem ou não de um fluído, quando sua haste é acionada pela força da bobina que atua na forma de um eletroímã a força faz com que o pino seja puxado para o centro da bobina, permitindo a passagem do fluído. Já o processo de fechamento da válvula solenóide ocorre quando a bobina perde energia, o processo contrário ocorre, pois o peso do pino em conjunto com a força da mola instalada na parte superior da válvula faz com que o pino volte a bloquear a passagem do fluxo do fluído através da válvula.
GRÁFICO COM DEMOSTRAÇÃO DE COMO FUNCIONA A BOBINA DE UMA VALVULA SOLENÓIDE

GRÁFICO COM DEMOSTRAÇÃO DE COMO FUNCIONA O CORPO DA VALVULA SOLENÓIDE

As válvulas solenóides podem ser classificadas quanto ao seu tipo de ação, que podem ser ação direta ou indireta, sendo determinadas pelo tipo de operação. Para baixas capacidades e pequenos orifícios de passagem de fluído, devem ser usadas às válvulas de ação direta. Já a válvula solenóide de ação indireta, que é controlada por piloto, é utilizada em sistemas de grande porte que elimina a necessidade de bobinas e pinos maiores.
Existe uma grande variedade de modelos diferentes que estão disponível o que nos permite selecionar especificamente uma válvula para ser para atender ao pedido em questão, mas as que utilizamos em nosso sistema de injeção de CO2 são as de ação direta, pois são as mais empregadas em sistemas de alta pressão.
Todos os materiais utilizados na construção das válvulas são cuidadosamente selecionados de acordo com os variados tipos de aplicações, desta forma os materiais do corpo para fluido neutro são feitos de latão e bronze já para fluidos com altas temperaturas como, por exemplo, vapor é de aço resistente à corrosão sendo garantida contra o ataque corrosivo por meio neutro ou ligeiramente agressivo, para o sistema de vedação as condições mecânicas, térmicas e químicas em um fator aplicativo na seleção do material de vedação, pois o material padrão para fluidos neutros em temperaturas até 90°C é normalmente FKM, já para temperaturas mais elevadas EPDM e PTFE são empregados, sendo o PTFE é universalmente resistente a praticamente todos os fluidos de interesse técnico, e o material do solenóide que entra em contacto com o líquido ou gás são feitas de aço resistente à corrosão e encapsulado em epóxi, com este sistema, o conjunto bobina magnética, conexões, são integradas em uma unidade compacta resultando e garantindo o isolamento elétrico dando proteção contra as vibrações, bem como de efeitos externos corrosivos, já para laboratório, todas as partes do atuador solenóide que entrem em contacto com o líquido deve ser feita de um material apropriado para as aplicações de temperatura dado a substância química, meio ambiente e pressão, muitos materiais são utilizados, tais como PEEK, 430 SS, cerâmica, epóxi, poliéster e Fluorelastômeros.
Devemos levar em consideração as especificações da válvula como tipo de fluido e suas características, temperatura máxima admissível, condições do ambiente, tolerância de tensão, detalhes da instalação, para termos válvulas compatíveis com fluídos, pois a não compatibilidade pode influenciar o desempenho e o funcionamento da válvula, o PTFE resiste a muitos produtos químicos agressivos ou corrosivos, mas por razões de segurança e da pressão entre a entrada ser maior que a pressão de saída devido à restrição causada pela válvula, use sempre válvulas de metal para gases sob pressão e devemos determine a temperatura, pressão e vazão em que sua válvula irá operar, em geral, válvulas de metal de resistir a temperaturas e pressões mais altas do que as válvulas de plástico.
VÁLVULA SOLENÓIDE COM CORPO DE METAL



VÁLVULA SOLENÓIDE COM CORPO DE PLÁTICO


Muitos aquaristas ligam à válvula solenóide em seu sistema de injeção de CO2 separado da válvula reguladora de pressão, por uma mangueira não acho muito seguro, pois a pressão exercida pelo CO2 e muito forte e pode acabar por soltar esta mangueira que fica entre a válvula reguladora de pressão e a válvula solenóide. Desta forma acho que a maneira correta e segura é a válvula solenóide ligada diretamente na válvula reguladora de pressão, pois assim não existe a possibilidade de causar algum tipo de vazamento ou soltura da mangueira por meio da pressão exercida pelo CO2.
VÁLVULA SOLENÓIDE LIGADA DIRETAMENTE NA VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO



VÁLVULA SOLENÓIDE LIGADA SEPARADAMENTE DA VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO

Toda válvula solenóide ter uma forma correta de ser instalada como entrada e saída do CO2, pois devemos obedecer às instruções do fabricante para evitar danos mecânicos à válvula, devemos também tomar o cuidado para não instalar as válvulas solenóides com a tensão diferente da rede elétrica, por exemplo, de 110V e a alimentação elétrica de 220V ou vise versa.
ENTRADA E SAÍDA DO CO2 NA VÁLVULA SOLENÓIDE

Mas vale a pena ter um sistema de injeção de CO2 com uma válvula solenóide, pois possui baixo consumo de energia (2W), podemos controlar o pH e ainda economizar CO2.

CLEBER LUIZ DA SILVA

VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO PARA CO2

10:21 By ACQUATICOS , In

Para a utilização do CO2 contido e pressurizado dentro de um cilindro teremos que utilizar o regulador ajustável de pressão, por ser um dispositivo projetado e feito para ser usado em conjunto com um cilindro com a função de absorver a pressão de choque, e abrir uma pequena válvula mantendo assim o valor da pressão de saída, desta forma ao ser conectado ao cilindro permite que a pressão seja ajustada no nível desejado e mantida em uma unidade constante de trabalho para cada aquário em particular, pois a pressão do dióxido de carbono (CO2) que é fornecido em um cilindro de gás comprimido pressurizado é de aproximadamente 60 BAR (900 psi), dependendo da temperatura ambiente a pressão no cilindro pode variar entre 60 e 70 bar, o que acaba sendo demasiadamente alta para poder manejá-la de maneira segura, por isso é necessário a utilização do regulador de pressão para CO2 no cilindro, desta forma a pressão pode ser reduzida para cerca de 1 BAR (15psi).
Existem diferentes tipos de válvulas reguladoras de pressão de duplo estágio é como se tivéssemos um regulador de pressão em cada estágio como se fossem dois reguladores, tem seu preço mais elevado e é mais difícil de encontrar à venda no mercado esse tipo de regulador, a maioria dos reguladores de pressão no mercado é de um único estágio ou os simples que pode ser usado em qualquer aquário marinho ou de água doce projetado para resistir ao uso regular, uns mais simples e outros mais complexos, prefira os mais robustos e cromados ou fabricado em alumínio, pois apresentam melhor resistência à corrosão caso seja utilizados em aquários marinhos, mas todos com o mesmo objetivo, a redução da pressão do CO2 contido no cilindro.
VÁLVULA REGULADORA PADRONIZADA UTILIZADA EM AQUARIOS


VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO COM DUPLO ESTÁGIO



VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO COM ÚNICO ESTÁGIO


VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO SIMPLES





Muitos reguladores de pressão dispõem de um ou dois ou nenhum medidores os famosos manômetro que podem ser analógicos sendo que um indica a pressão interna do cilindro, e o outro mostra a pressão de trabalho ajustada por meio do parafuso de ajuste, existe também os com fluxômetro.
MANÔMETROS USADOS NA VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO


MODELOS DE VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO COM DOIS MANÔMETROS







MODELOS DE VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO COM UM MANÔMETRO






MODELO DE VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO COM UM MANÔMETRO E FLUXÔMETRO


MODELOS DE VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO SEM MANÔMETRO





Geralmente os reguladores de pressão e os cilindros possuem encaixes universais, mas antes de conectar o regulador de pressão no cilindro verifique o tipo de rosca para evitar vazamento do CO2, pois a vários tipos de cilindros como os europeus descartáveis os americanos utilizados em paintball, esses tipos de cilindro precisão de um adaptador, pois possuem válvulas de pino quando conectamos o regulador a eles, o pino imediatamente libera gás em alta pressão para o regulador, os cilindros recarregáveis são os que mais utilizamos aqui no Brasil eles possuem válvulas para abrir e fechar o gás, mas a válvula reguladora de pressão acaba servindo em qualquer cilindro desde que se utilize o adaptador.
ROSCA EM UM CILINDRO DE CO2 EUROPEU DESCARTÁVEL

POSIÇÃO EM QUE A VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO FICA EM UM CILINDRO EUROPEU DESCARTÁVEL

ROSCA EM UM CILINDRO DE CO2 DE PAINTBALL


POSIÇÃO EM QUE A VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO FICA EM UM CILINDRO AMERICANO DE PANINTBALL


ADAPTADOR UTILIZADO EM CILINDROS NA VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO


VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO COM ADAPTADOR


ROSCA EM UM CILINDRO DE CO2 RECARREGÁVEL


POSIÇÃO EM QUE A VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO FICA EM CILINDROS AÇO OU ALUMÍNIO RECAREGÁVEIS



De preferência para comprar um regulador de melhor qualidade, pois muitos reguladores de pressão dedicados ao aquarismo são projetados para serem usados em conjunto com uma válvula de ajuste fino e uma válvula solenóide.
ATENÇÃO! Antes de usar ou instalar a válvula redutora de pressão para CO2 leia e siga todas as sugestões e advertências contidas no manual de instruções, e jamais devemos separar o regulador de pressão de um cilindro de CO2 se ele está sob pressão. Em caso de dúvida, consultar seu fornecedor.

CLEBER LUIZ DA SILVA